Sobre a Martin Cid Magazine

Uma publicação internacional que aparece todos os dias no Google Top Stories. Em 21 idiomas. Disputando espaço com os veículos de mídia mais consolidados do mundo.

A Martin Cid Magazine cobre entretenimento, cultura, ciência e tecnologia em 21 edições escritas em idioma nativo, alcançando audiências verificadas em mais de 200 países. Somos aprovados pelo Google News e marca registrada nos Estados Unidos (Reg. No. 6,926,297), na União Europeia (ID 1322156) e no Japão (登録第6827702号).

Nós não traduzimos. Nós compomos, mercado por mercado, no registro cultural de cada leitor.


O que fazemos, todos os dias

Disputamos os carrosséis do Google Top Stories ao lado dos maiores veículos consolidados em cada mercado em que atuamos. Não esporadicamente. Todos os dias. Em estreias de cinema, lançamentos de streaming, novidades de tecnologia, descobertas científicas e nas conversas culturais que transitam entre tudo isso.

Um leitor que pesquisa pelo novo Sony Xperia em espanhol nos vê ao lado do Xataka e do Infobae. Um leitor que pesquisa por uma estreia da Netflix em coreano nos vê ao lado do Naver e do Daum. Um leitor no Brasil, na França, na Polônia, no Vietnã — mesmo cenário, mesmo nível.

Top Stories — Tecnologia
Knowledge Panel do Google — Espanha. MCM no carrossel de notícias de Shakira poucos minutos após o lançamento do hino Dai Dai da Copa do Mundo FIFA 2026.
Top Stories — Estados Unidos, notícias de entretenimento

O que nos torna diferentes

Não existe outra publicação fazendo isso. Poucos veículos operam em 21 idiomas. Dos que o fazem, nenhum é escrito de forma nativa em cada mercado.

Não temos uma esteira de tradução. Temos vinte e uma redações editoriais, cada uma composta no registro cultural do seu leitor. Uma matéria em japonês é escrita pensando nos hábitos de leitura e no comportamento de busca japoneses. Uma matéria em hindi é escrita do jeito que o público de língua hindi realmente lê cultura on-line. Uma matéria em português brasileiro não é uma tradução da versão de Portugal — são composições separadas para públicos separados.

É isso que nativo significa na MCM. É a diferença entre uma publicação que alcança o mundo e uma publicação que pertence a ele.


Quem nos lê

Nossa audiência é cosmopolita por concepção. Ativa, internacional, atual. O tipo de leitor que acompanha um K-drama, uma estreia em Cannes, um keynote da Apple e uma coleção do Salone del Mobile na mesma semana, e espera cobertura séria de tudo isso.

Principais mercados por participação na audiência:

  • 🇫🇷 França — 6,46% (maior mercado individual)
  • 🇺🇸 Estados Unidos — 5,07%
  • 🇰🇷 Coreia do Sul — 4,22% (âncora asiática)
  • 🇧🇷 Brasil — 4,02% (âncora latino-americana)
  • 🇩🇪 Alemanha — sessão média mais longa, 2m 11s
  • 🇮🇹 Itália — pico de engajamento, 68,6%

Aproximadamente 219,000 usuários ativos em mais de 200 países.

Martin Cid Magazine

Audiência verificada em mais de 200 países

Mercado central (>4%) Mercado forte (2–4%) Audiência ativa Presente
mercado nº 1
🇫🇷 França · 6,46%
sessões mais longas
🇩🇪 Alemanha · 2m 11s
pico de engajamento
🇮🇹 Itália · 68,6%
audiência nos EUA
🇺🇸 Estados Unidos · 5,07%
âncora asiática
🇰🇷 Coreia do Sul · 4,22%
âncora latam
🇧🇷 Brasil · 4,02%

O que cobrimos

Cinema. Televisão. Música. Arte. Teatro. Literatura. Tecnologia. Ciência. Estilo. Negócios. Análise cultural que faz as perguntas que outras publicações evitam.

Resenhamos filmes e séries no dia em que estreiam. Acompanhamos a onda coreana, a ascensão chinesa e os movimentos mais discretos do cinema e do streaming asiáticos. Cobrimos IA e tecnologia de consumo com os mesmos critérios que aplicamos a uma estreia na Broadway. Publicamos análises que vão além do óbvio — sobre os padrões de beleza e seu custo, sobre a proibição de celulares em escolas, sobre como é a justiça quando uma comunidade tenta fazer a sua própria.

Nosso trabalho editorial se estende por seis continentes.


Por que isso importa

A cultura do mundo não acontece em um único idioma. Nunca aconteceu.

A MCM existe para cobri-la do jeito que ela realmente se move: atravessando fronteiras, registros e plataformas. Um filme feito em Seul merece a mesma qualidade de cobertura em hindi que recebe em inglês. Um leitor em Varsóvia merece saber o que estreia na Netflix esta semana com a mesma profundidade que um leitor em Nova York. Vale a pena construir, nessa escala, um jornalismo cultural sério, sem paywalls e sem uma única perspectiva dominante.

Estamos construindo isso desde 2015. Não terminamos.


Martin Cid Magazine® — Cultura sem fronteiras.

Contato

Para assuntos editoriais: editorial@martincid.com Para imprensa e parcerias: press@martincid.com Para publicidade: advertising@martincid.com