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Chega ‘O Macaco’, uma história de Stephen King: um filme de terror com estilo retrô

Martin Cid

“O Macaco” chega com Osgood Perkins (filho do lendário ator Anthony Perkins) no roteiro e na direção, Theo James como protagonista e baseado em uma história original de Stephen King.

“O Macaco” não é um filme de terror convencional: é uma comédia negra que precisou ter duas versões para seu lançamento – uma de terror, onde as cenas mais mórbidas são cortadas; e a versão estendida, na qual poderemos ver um festival completo de explosões de cabeças, corpos inteiros e mortes violentas que não há como levar muito a sério.

Tudo em “O Macaco” nos parece cinema retrô: sequências cheias de referências aos anos 90, a própria ambientação e alguns efeitos que fazem parecer um filme rodado naquela época, embora seja um lançamento atual.

A Trama: Um Brinquedo Amaldiçoado que Desencadeia o Caos

A história segue dois irmãos gêmeos, Bill e Hal, que encontram um inquietante brinquedo de macaco no sótão da família. O que parece ser um objeto inofensivo rapidamente se transforma no catalisador de uma série de mortes grotescas que despedaçarão os laços familiares.

O Macaco
O Macaco

Sobre o Filme: Uma Mistura de Terror Sangrento Exagerado que Leva a uma Comédia Negra

Pode ser que “O Macaco” agrade ou não. Não será o filme que mais vai te assustar na vida, nem a comédia mais hilária do cinema moderno, mas Osgood Perkins assume riscos e faz um filme com estilo, um retorno ao cinema dos anos 90 e seu espírito mais debochado e ousado.

Pode-se criticar “O Macaco” por certa falta de consistência narrativa, certa falta de originalidade (brinquedos amaldiçoados já são muito vistos) e que o filme, no final, não é daqueles que deixam uma lembrança inesquecível na retina. Porém, essa mistura de cinema retrô, comédia negra e explosões de corpos e mortes muito sangrentas resulta original e até com certo estilo.

É um filme bem rodado, com excelente fotografia e que também sabe não se levar tão a sério: é uma fita de terror que presta homenagem o tempo todo ao gênero e, de certo modo, ri do próprio gênero.

Acerta Osgood Perkins em sua abordagem? Pode ser que para os mais puristas seja um exercício fracassado, uma espécie de filme anedótico que retoma o cinema dos anos 80 e 90, mas “O Macaco” tem a virtude de, com todo seu estilo retrô, oferecer algo refrescante, divertido e envolvente.

Já sabem, se vocês são fãs de filmes antigos e cresceram com as histórias de Stephen King, “O Macaco” é um filme ideal para relembrar aqueles tempos.

Aproveitem e cuidado para que o sangue não os salpique em uma de suas múltiplas cenas de explosões humanas.

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Chega ‘O Macaco’, uma história de Stephen King: um filme de terror com estilo retrô

Martin Cid

“O Macaco” chega com Osgood Perkins (filho do lendário ator Anthony Perkins) no guião e na realização, Theo James como protagonista e baseado numa história original de Stephen King.

“O Macaco” não é um filme de terror convencional: é uma comédia negra que teve de ter duas versões para a sua estreia – uma de terror onde as cenas mais mórbidas são cortadas; e a versão alargada, onde poderemos ver um festival completo de explosões de cabeças, corpos inteiros e mortes violentas que é impossível levar a sério.

Tudo em “O Macaco” nos parece cinema retrô: sequências cheias de referências aos anos 90, a própria ambientação e alguns efeitos que fazem parecer um filme rodado naquela época, apesar de ser um lançamento atual.

A Trama: Um Brinquedo Amaldiçoado que Desencadeia o Caos

A história segue dois irmãos gémeos, Bill e Hal, que encontram um inquietante brinquedo de macaco no sótão familiar. O que parece ser um objeto inofensivo rapidamente se transforma no catalisador de uma série de mortes grotescas que irão desgarrar os laços familiares.

O Macaco
O Macaco

Sobre o Filme: Uma Mistura de Terror Sangrento Exagerado que Leva à Comédia Negra

Pode que “O Macaco” agrade ou não. Não será o filme que vos causará mais terror nas vossas vidas, nem a comédia mais hilariante do cinema moderno, mas Osgood Perkins arrisca e faz um filme com estilo, um regresso ao cinema dos anos 90 e ao seu espírito mais provocador e ousado.

Pode-se apontar a “O Macaco” certa falta de consistência narrativa, certa falta de originalidade (os brinquedos amaldiçoados já estão muito vistos) e que o filme, no final, não é daqueles que deixa uma memória indelével na retina. Ainda assim, esta mistura de cinema retrô, comédia negra e explosões de corpos e mortes muito sangrentas resulta original e até com algum estilo.

É um filme bem rodado, com excelente fotografia e que, também, sabe não se levar demasiado a sério: é uma fita de terror que presta homenagem ao género a todo o momento e, de certo modo, se ri do próprio género.

Acerta Osgood Perkins na sua abordagem? Pode que para os mais puristas seja um exercício falhado, uma espécie de filme anedótico que retoma o cinema dos 80 e 90, mas “O Macaco” tem a virtude de, com todo o seu estilo retrô, oferecer algo refrescante, divertido e entretido.

Já sabem, se forem fãs de filmes antigos e cresceram com as histórias de Stephen King, “O Macaco” é um filme ideal para recordar aqueles tempos.

Que o desfrutem e cuidado que o sangue não vos salpique em alguma das suas múltiplas cenas de explosões humanas.

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